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Decisão sobre guarda antecedeu morte de menina e da mãe em Houston

Cibelle Kubala, de 35 anos, é suspeita de matar Vivian e disparar contra si após perder a guarda da filha na Justiça americana.

Decisão sobre guarda antecedeu morte de menina e da mãe em Houston
Foto: Reprodução/FOX 26

Uma decisão judicial emitida oito horas antes do homicídio restringiu o contato de Cibelle Kubala com a filha, Vivian, nos Estados Unidos. A brasileira foi proibida de falar com a menina em português, exceto quando houvesse um supervisor que dominasse o idioma, e também não poderia participar de apresentações escolares ou atividades extracurriculares da criança.

A determinação ocorreu no contexto de uma disputa de guarda entre Cibelle e o ex-marido, o advogado Aaron Savella. A decisão ainda estabeleceu que ela deveria pagar pensão alimentícia ao ex-marido e metade das despesas médicas da filha que não fossem cobertas pelo plano de saúde.

O caso

Na última terça-feira, 29, Cibelle foi ao condomínio onde morava, em Houston, no Texas, poucas horas depois de Aaron obter judicialmente a guarda de Vivian. Segundo a polícia, ela teria atirado na filha e depois disparado contra si mesma.

Vivian sofreu um único ferimento de bala e morreu no local, de acordo com o tenente Larry Crowson, da polícia de Houston. Cibelle foi levada ao hospital em estado crítico, mas morreu um dia depois.

A menina deveria ser entregue ao pai na noite do crime. Além de Cibelle, estavam na residência o companheiro dela, Greg Kubala, e uma babá. Aaron afirmou que a “família está devastada”.

Cibelle e Aaron estavam em litígio desde 2022, quando ela apresentou os documentos do divórcio. O processo foi concluído em 2024. Depois disso, os dois fizeram pedidos de medidas protetivas um contra o outro, conforme registros judiciais.

Onde buscar ajuda

Pessoas em sofrimento psíquico ou preocupadas com alguém podem procurar o Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece apoio emocional gratuito 24 horas por dia pelo telefone 188, por e-mail e por chat.

O Canal Pode Falar, iniciativa do Unicef, oferece escuta a adolescentes e jovens de 13 a 24 anos pelo WhatsApp, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h. Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), também atendem pacientes com transtornos mentais.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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