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Defesa diz que suspeito de morte em Inhumas reagiu após agressão

Adriano prestou depoimento, foi liberado por ausência de flagrante e contesta informações divulgadas sobre o caso.

Defesa diz que suspeito de morte em Inhumas reagiu após agressão
Foto: Reprodução/instagram

A defesa de Adriano afirmou que ele declarou à polícia ter sido agredido por Gustavo Martins dos Santos e que reagiu para se defender. O suspeito prestou depoimento na Delegacia de Inhumas, na quinta-feira (1º), e foi liberado porque não havia situação de flagrante, segundo a defesa.

Gustavo, de 27 anos, foi morto a tiros na noite da última terça-feira (29), em Inhumas, na Região Metropolitana de Goiânia. O caso é investigado pela Polícia Civil.

O que diz a defesa

O advogado Rodrigo Silva afirmou que a apuração técnica deverá esclarecer as circunstâncias da morte. Ele também contestou relatos divulgados nas redes sociais que, segundo a defesa, seriam inverídicos.

A defesa esclareceu ainda que o valor de R$ 600 citado em reportagens não representava o total da dívida. Conforme a nota, o débito era de aproximadamente R$ 5 mil. Os R$ 600 correspondiam à parcela mensal que Gustavo e a esposa haviam se comprometido a pagar.

Por se tratar de uma investigação em andamento e em respeito à família da vítima, o advogado informou que outros detalhes não serão divulgados neste momento. A defesa declarou confiar na Justiça e disse que Adriano continuará colaborando com as autoridades. A nota também invocou o princípio constitucional da presunção de inocência, segundo o qual ninguém deve ser considerado culpado antes de uma condenação definitiva.

Apresentação na delegacia

Depois do depoimento, Rodrigo Silva publicou fotos e vídeos de Adriano nos stories das redes sociais. Em uma das imagens, os dois aparecem em uma sala da delegacia, acompanhados da legenda: “Apresentando o cliente à autoridade competente”.

Em outra publicação, feita quando Adriano deixava a unidade policial, o advogado escreveu: “Voa, passarinho. Obg pela confiança”.

O caso

Conhecido como “Pirarara”, Gustavo trabalhava como vendedor de milho. Milena Cristina Prado, sua esposa, relatou que ele havia saído de casa para vender pequi e obter dinheiro para pagar uma dívida de R$ 600.

Adriano Júnior era amigo de infância de Gustavo, conforme o relato de Milena. Antes do crime, ele teria divulgado uma foto da vítima e oferecido uma recompensa a quem informasse onde ela estava. A esposa entregou essas publicações à Polícia Civil.

Gustavo deixou Milena e três filhos, de sete, quatro e três anos. Adriano era procurado pela polícia e se apresentou espontaneamente à Delegacia de Inhumas na quinta-feira (1º).

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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