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Quatro são detidos após corpo ser achado em mala em Goianira

Polícia Militar prendeu dois homens e duas mulheres em Trindade; quinto suspeito ainda é procurado pela investigação.

Quatro são detidos após corpo ser achado em mala em Goianira

Um homem foi encontrado morto dentro de uma mala em um lote baldio do Residencial Florença, em Goianira, na Região Metropolitana de Goiânia. Lucival Silva Medeiros, de 34 anos, estava em avançado estado de decomposição quando foi localizado, no último dia 11, por um morador que havia sentido forte mau cheiro vindo do terreno havia cerca de três dias.

Quatro pessoas — dois homens e duas mulheres — foram presas pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar na noite de sábado (19), em Trindade, após determinação judicial. Um quinto suspeito continua sendo procurado.

Versões apresentadas pelos suspeitos

De acordo com o tenente Brunner Ramos, os investigados disseram que encontraram Lucival em uma distribuidora de bebidas. O homem teria seguido com o grupo até uma residência, onde foi morto. Depois, o corpo teria sido colocado na mala e levado para o lote baldio. Os suspeitos afirmaram à polícia que não conheciam a vítima.

“Eles [suspeitos] encontraram esse rapaz em uma distribuidora de bebidas e, por algum motivo, esse rapaz foi para a casa deles e lá ele foi morto”, explicou Ramos.

A Polícia Militar informou que os presos deram versões diferentes para o motivo da morte. Entre as justificativas apresentadas está a suspeita de que Lucival teria “mexido” com a enteada de um dos envolvidos, menor de idade. Segundo o relato, a situação teria provocado uma desavença entre o homem e os investigados.

Ramos também afirmou que o grupo teria bebido na residência. Conforme o militar, as duas mulheres tentaram esquartejar o corpo, mas não conseguiram; os homens teriam ajudado em seguida. “Tem várias situações, eles estão se contradizendo bastante”, concluiu o tenente.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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