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Roupa Nova retorna ao Rock in Rio com Guilherme Arantes no Palco Sunset

Banda revisita estreia de 1991 e apresenta repertório marcado por romantismo, diversidade de estilos e melodias populares.

Roupa Nova retorna ao Rock in Rio com Guilherme Arantes no Palco Sunset

Com 46 anos de carreira, o Roupa Nova volta ao Rock in Rio para uma apresentação no Palco Sunset, com Guilherme Arantes como convidado. O grupo estreou no festival em 1991 e, desde então, manteve uma base de fãs constante, renovada ao longo do tempo.

A apresentação está prevista para 7 de setembro. O texto informa início às 17h10 e, na programação final apresentada, às 17h50. O show será realizado no Palco Sunset.

A estreia no festival

A primeira participação do Roupa Nova ocorreu na segunda edição do Rock in Rio, realizada entre os dias 18 e 27 de janeiro de 1991. Naquele sábado, 22, a banda dividiu a programação com Prince, Guns N' Roses, George Michael, New Kids On The Block, Run DMC e Inimigos do Rei.

Nando, baixista do grupo, recordou que a apresentação foi marcada por dificuldades na relação com a equipe técnica, formada majoritariamente por profissionais estrangeiros que ainda não conheciam o trabalho da banda. Apesar dos atritos nos bastidores, ele classificou aquela passagem pelo festival como inesquecível e afirmou que o retorno ocorre em uma realidade diferente.

“Tocar no Rock in Rio é uma honra para qualquer artista. Estamos extremamente emocionados por estarmos voltando”, disse Nando antes da nova apresentação.

Romantismo e diversidade musical

A música romântica é uma característica central do Roupa Nova, mas não esgota o repertório do grupo. Segundo Nando, as canções combinam arranjos e melodias acessíveis com conteúdos que ultrapassam a superfície das letras. Ele descreveu esse processo como um “chocolate romântico” com conteúdo no interior.

A composição coletiva também contribui para a variedade de estilos. Todos os integrantes são compositores, e as diferenças entre suas referências aparecem no repertório. O baixo, nesse conjunto, é apresentado por Nando como um instrumento voltado à construção do groove, à harmonia e ao desenvolvimento da música, sem a busca por protagonismo individual.

O músico rejeitou a ideia de que canções populares sejam resultado de uma fórmula criada para produzir refrões fáceis. “Se temos melodias que se tornam populares, não acho que seja um demérito, mas sim um mérito”, afirmou.

Para Nando, cada apresentação recebe o mesmo grau de dedicação, independentemente do tamanho do público. O grupo, disse ele, entra em cena para oferecer o melhor tanto em shows para 300 pessoas quanto em eventos para 15 mil ou 20 mil espectadores.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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