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Série documental revisita mistério de cidade perdida na Amazônia

Produção em três episódios estreia na HBO e na plataforma Max com entrevista do guia Tatunca Nara e relatos gravados em diferentes países.

Série documental revisita mistério de cidade perdida na Amazônia

A série documental nacional Morte e Mistério na Amazônia estreia nesta quinta-feira (10), simultaneamente no canal HBO e na plataforma Max. O lançamento aborda o mistério de uma suposta cidade perdida na Amazônia, associado a expedições internacionais, desaparecimentos e investigações conduzidas ao longo de décadas.

Na Max, os três episódios ficam disponíveis na data de estreia. Na televisão por assinatura, a exibição será semanal.

O caso de Akakor

O eixo da produção é Tatunca Nara, guia que dizia conhecer o caminho até Akakor. Ele passou a ser relacionado ao desaparecimento e à morte de aventureiros na região. A série inclui uma entrevista com o próprio guia, que apresenta sua versão dos acontecimentos.

A história também envolve a alegação de que o local teria abrigado centenas de nazistas na década de 1930. A busca pela cidade lendária atraiu visitantes de diferentes nacionalidades e se relaciona a casos de exploradores e estrangeiros desaparecidos, sem solução até hoje.

Com gravações realizadas no Brasil, nos Estados Unidos e no Caribe, a produção reúne depoimentos de investigadores, jornalistas, familiares, especialistas e testemunhas. O trabalho combina investigação jornalística, pesquisa histórica, documentos inéditos e relatos exclusivos para confrontar versões distintas sobre o caso.

Dirigida por Tatiana Issa e Guto Barra, a série é apresentada como uma reconstrução dos acontecimentos ligados a Akakor. Os diretores são responsáveis por Pacto Brutal - O Assassinato de Daniella Perez e vencedores de três prêmios Emmy®. Ao longo dos episódios, a narrativa acompanha as reviravoltas da história e examina a tensão entre fatos, teorias e mitos que permanecem sem respostas definitivas.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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