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Bruno Sutter relembra convite de Andre Matos para cantar “Carry On”

Vocalista do Massacration contou como o músico o chamou ao palco durante evento de cultura japonesa em Fortaleza.

Bruno Sutter relembrou a participação em um show de Andre Matos durante um evento de cultura japonesa na cidade. Em entrevista ao Mariutti Team Podcast, o vocalista do Massacration contou que foi convidado no meio da apresentação para cantar “Carry On”, em uma brincadeira relacionada a um prêmio recebido por ele.

Andre Matos havia sido contratado para se apresentar, enquanto Bruno estava no local para vender produtos. Naquele ano, o humorista havia recebido pela primeira vez o prêmio de melhor vocalista de metal — reconhecimento que, segundo ele, já conquistou quatro vezes. A premiação mais recente ocorreu em 2025, em votação popular da Roadie Crew.

O convite veio de maneira direta, seguido por uma apresentação bem-humorada. Andre chamou Bruno de rapaz que o havia destronado e o apresentou como o melhor vocalista de heavy metal do ano. Em seguida, pediu que ele cantasse a música ao seu lado.

Durante a execução, a encenação continuou. Como o público era formado por fãs de anime, Andre cobriu a cabeça com um pano preto, em uma caracterização comparada por Bruno à de Darth Vader. O músico também ficou ao piano, fingindo tocar enquanto interagia com o convidado. Os agudos da faixa ficaram a cargo de Bruno.

Defesa do Massacration

A parceria teve como antecedente a defesa de Andre ao Massacration quando a banda enfrentava preconceito por fazer humor com o heavy metal. Na ocasião, ele se manifestou ao lado de João Gordo e de Andreas e Igor Cavalera, do Sepultura. A frase que Bruno guardou foi: “A gente tem que aprender a rir de si próprio”.

Em um programa da MTV, Andre também afirmou que passou a evitar determinados trejeitos e agudos por serem alvo das sátiras do personagem Detonator.

Bruno disse que a convivência com Andre deixou uma lição sobre demonstrar afeto enquanto há tempo. Ele afirmou ter conseguido transmitir ao músico o carinho que sentia por seu trabalho.

Luis Mariutti, que dividiu com Andre as turnês de “Angels Cry” e “Holy Land”, lembrou que o amigo permanecia no hotel conversando com fãs até ser chamado para ir ao aeroporto. Segundo o baixista, Andre era quem mais ficava nessa interação.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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