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Marillion rejeitou clipe de “Assassing” por excesso de espionagem e computação gráfica

Mark Kelly e Fish relataram a falta de compreensão da banda diante do conceito do vídeo lançado nos anos 1980.

O Marillion não se identificou com o conceito do clipe de “Assassing”, faixa do álbum “Fugazi”, de 1984. Mark Kelly, tecladista da banda, classificou o resultado como uma combinação confusa de gráficos gerados por computador e referências de espionagem.

Dirigido por Simon Milne, o vídeo alterna imagens dos integrantes do grupo e de figurantes com sequências produzidas digitalmente. A proposta incorpora elementos associados a um thriller de espionagem e a um vídeo de treinamento corporativo, em uma estética alinhada às experiências visuais que marcaram os videoclipes dos anos 1980.

A produção tem quase 4 minutos de duração. Para Kelly, contudo, os recursos utilizados não formaram uma narrativa compreensível. “Que diabos eles estavam fazendo com todos aqueles gráficos gerados por computador e coisas de espionagem estilo James Bond, eu não faço a menor ideia. Ficou uma porcaria.”

A reação de Fish

Fish, ex-vocalista do Marillion, também afirmou não ter entendido a proposta. Ele recordou a reação do baterista Ian Mosley ao assistir ao vídeo pela primeira vez: “Que diabos é isso?”. Fish disse que concordou com o comentário.

“Assassing” integra “Fugazi”, segundo álbum do Marillion. O clipe foi realizado em um período no qual artistas e diretores exploravam diferentes técnicas e recursos visuais, acompanhando a expansão dos videoclipes como forma de divulgação musical.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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