A possibilidade de uma reunião do Sepultura continua no horizonte de João Nogueira, tecladista do Mastodon. Durante uma live do canal Ibagenscast, ele afirmou acreditar que encontros considerados improváveis ainda podem acontecer e citou o retorno de Ritchie Blackmore aos palcos como exemplo.
Nogueira contou que quase acompanhou pessoalmente a apresentação de Blackmore, mas acabou vendo registros enviados por um amigo. Fã declarado do músico, ele também disse esperar uma reaproximação entre o Pink Floyd e Roger Waters, embora reconheça que a ausência de Richard Wright deixaria esse cenário incompleto.
“Eu espero que sim”, afirmou Nogueira ao responder se acredita em uma reunião do Sepultura. A expectativa foi apresentada durante uma conversa que começou com a comparação entre “Marrow Deep”, novo álbum do Mastodon, e “Quadra”, disco do grupo brasileiro lançado em 2020.
O tecladista concordou com o elogio a “Quadra” e rejeitou a avaliação de que o Sepultura tenha trabalhos fracos. Na análise dele, a cobrança se tornou mais rigorosa porque a banda criou marcos muito fortes em uma determinada fase e passou a ser comparada com a própria trajetória a cada lançamento.
Entre os trabalhos mais recentes do grupo, Nogueira mencionou “A-Lex”, que considera um álbum incrível. “O Sepultura não tem disco ruim, não”, declarou.
A discussão ocorre enquanto a turnê de despedida do Sepultura, “Celebrating Life Through Death”, se aproxima do encerramento em 2026. Iniciada em março de 2024, a série de shows tem a expectativa de uma apresentação final em São Paulo.
Andreas Kisser vinha mencionando a possibilidade de reunir Max Cavalera e Iggor Cavalera nessa data. Neste ano, porém, afirmou que a participação dos irmãos não deve ocorrer por decisão dos próprios músicos.


