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A parceria que revelou por que Michael Jackson intimidava Freddie Mercury

Em entrevista de 1984, o vocalista do Queen reconheceu que o cantor americano já tinha uma trajetória que não permitia lições fáceis.

A parceria que revelou por que Michael Jackson intimidava Freddie Mercury
Foto: Divulgação

Michael Jackson tinha 25 anos quando Freddie Mercury, aos 37, concluiu que a diferença de idade não correspondia à experiência acumulada pelos dois. Em entrevista de 1984, o vocalista do Queen reconheceu que o cantor americano já carregava quase o mesmo tempo de carreira — uma constatação que alterava a expectativa de que o músico mais velho teria sempre algo a ensinar.

"Meu Deus, ele tem 25 e eu tenho 37, mas está no negócio quase há mais tempo do que eu", disse Mercury. A declaração se referia à trajetória de Jackson, iniciada ainda na infância com o Jackson 5 e desenvolvida sob exposição pública contínua.

Do palco ao estúdio

A aproximação entre os dois começou em Los Angeles, quando Jackson passou a acompanhar apresentações do Queen no Forum. Depois de assistir aos shows, ele e Mercury começaram a conversar. O contato avançou para o estúdio, onde os artistas trabalharam em algumas músicas.

Uma dessas gravações, segundo Mercury, poderia ter integrado Thriller se tivesse sido concluída a tempo. A colaboração, no entanto, não avançou nessa direção, e as músicas só ganhariam lançamento oficial muitos anos depois.

Uma experiência difícil de comparar

Na entrevista, Mercury explicou que normalmente imaginaria poder transmitir alguns truques a alguém de 22 ou 25 anos. Jackson, porém, escapava dessa lógica. "Para mim, é meio assustador...", afirmou o cantor, ao diferenciar o colega de outros artistas jovens.

A razão estava no percurso profissional de Jackson. Aos 25 anos, ele já havia atravessado a adolescência, a juventude e o início da vida adulta sob os holofotes. Thriller também já havia transformado sua carreira em um fenômeno de proporções raras na indústria musical.

Para Mercury, a idade de Jackson não significava falta de experiência. O encontro entre os dois mostrou que o cantor americano havia alcançado, ainda jovem, um domínio artístico diante do qual o integrante do Queen não se colocava como professor.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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