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Regis Tadeu rejeita status de clássico para discos de rock pós-2000

Crítico citou álbuns de Pitty, Skank e Los Hermanos ao responder a uma pergunta durante uma live em seu canal.

Regis Tadeu afirmou que nenhum álbum brasileiro de rock lançado após os anos 2000 alcançou, até agora, o status de clássico. A declaração foi dada durante uma live em seu canal, posteriormente resgatada pelo Debate sobre Música.

A pergunta partiu do internauta georock2470, que quis saber se discos como Admirável Chip Novo, de Pitty, Cosmotron, do Skank, e Ventura, dos Los Hermanos, já poderiam ser classificados dessa maneira. O crítico respondeu negativamente e mencionou também Maquinarama como um grande disco, mas não como um clássico.

“Se algum álbum brasileiro de rock após os anos 2000 já pode ser considerado clássico? Não!”, disse Regis Tadeu. Ao comentar especificamente Cosmotron, ele reconheceu a importância do trabalho, mas manteve a distinção entre um bom álbum e uma obra clássica.

A discussão foi colocada em perspectiva com exemplos de décadas anteriores: Roberto Carlos nos anos 1960, Raul Seixas nos anos 1970, Legião Urbana nos anos 1980 e Raimundos nos anos 1990. A questão central era saber se o rock brasileiro havia produzido, depois dos anos 2000, um disco comparável aos lançamentos associados a esses períodos.

Nos comentários da transmissão, inscritos concordaram com a avaliação do crítico. Entre as manifestações, houve quem atribuísse a morte do rock brasileiro à morte de Renato Russo e quem considerasse Cosmotron muito bom, mas ainda distante da condição de clássico.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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