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Carlos Santana viu no Creedence músicas feitas para atravessar gerações

O guitarrista relembrou a força do Creedence Clearwater Revival e a nova abordagem dada a “Fortunate Son” em seu álbum de 2010.

Carlos Santana viu no Creedence músicas feitas para atravessar gerações
Foto: Concord Records - Maryanne Bilham

Carlos Santana identificou ainda em 1967 no Creedence Clearwater Revival uma combinação de força, alma e simplicidade capaz de manter as músicas da banda vivas ao longo das décadas. Naquele período, o guitarrista chegou a abrir shows do grupo e guardou uma impressão que retomaria anos depois: as composições tinham potência para permanecer relevantes.

Ao comentar o álbum “Guitar Heaven”, em que revisitou clássicos do rock, Santana destacou a maneira como John Fogerty construía as canções do Creedence. “Sempre adorei a força, a alma e a simplicidade de cada música que ele fazia no Creedence”, afirmou. Para o músico, todas aquelas faixas alcançaram grande popularidade.

Santana também aproximou o grupo de artistas que, em sua avaliação, criaram obras resistentes à passagem do tempo. Entre os exemplos citados estão The Doors e Jimi Hendrix. “Elas resistem ao teste do tempo”, disse, referindo-se às músicas desses artistas.

Uma nova leitura para “Fortunate Son”

A lembrança do Creedence veio acompanhada da regravação de “Fortunate Son” em “Guitar Heaven”, lançado em 2010. Santana decidiu não reproduzir a gravação original e procurou outra condução rítmica, inspirada em “Going to a Go-Go”, de Smokey Robinson and the Miracles.

Segundo o guitarrista, a composição de Fogerty já possuía uma base de forte apelo dançante. Para reconstruir a faixa, pediu ao baterista Dennis Chambers uma levada simples e melódica. A proposta era preservar a essência de “Fortunate Son” e, ao mesmo tempo, apresentar a música sob outra forma.

A admiração de Santana pelo Creedence, portanto, remonta ao contato entre os artistas em 1967. Para ele, a permanência das canções está ligada à combinação de simplicidade, força e capacidade de atravessar gerações.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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