Alice Cooper afirmou que o uso de crack quase o matou. O músico, nome artístico de Vincent Damon Furnier, contou que passou a consumir a droga durante uma entrevista ao Daily Telegraph.
Na conversa, Alice classificou o crack como a substância mais viciante que já conheceu. “Foi isso que quase me matou”, declarou. Ele também afirmou estar longe das drogas há quatro décadas.
Relato no livro de memórias
A experiência é retomada em Devil on My Shoulder, livro de memórias de Alice Cooper com lançamento previsto para 6 de outubro. Em um trecho divulgado pelo Heavy Consequence, o músico descreve o momento em que teve contato com a substância.
Segundo o relato, um homem em Los Angeles apresentou a droga como uma novidade chamada “base”. Alice disse que, naquele período, ela não era conhecida como freebase ou crack e foi descrita como algo que seria fumado e não causaria dependência.
“Eu nunca tinha fumado cigarros, quase nunca tinha fumado maconha, mas me entreguei de corpo e alma”, escreveu o músico. A passagem também registra que ele não se lembra do nome do homem — ou não pretende revelá-lo.
Alice Cooper está na ativa desde a década de 1960. A turnê atual segue até dezembro de 2026, e a agenda inclui um show previsto para junho de 2027.


