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A influência de John Bonham na formação musical de Dave Lombardo

Baterista do Slayer diz que o integrante do Led Zeppelin o inspirou a tocar e orientou sua escolha por uma bateria Ludwig.

A influência de John Bonham na formação musical de Dave Lombardo
Foto: Divulgação Tama

A admiração de Dave Lombardo por John Bonham começou antes de o músico cubano se tornar um dos nomes associados ao thrash metal. Ao recordar a primeira bateria que procurou comprar, Lombardo afirmou que escolhia os modelos Ludwig por causa do integrante do Led Zeppelin, embora não pudesse adquirir um instrumento da marca naquele momento.

“Ele era o número um para mim”, disse Lombardo ao falar de Bonham. A declaração foi feita durante uma entrevista à The Quietus, na qual o baterista também apresentou seus discos preferidos.

O disco que marcou a formação

Entre as escolhas estava Led Zeppelin II, lançado em 1969. Para Lombardo, o álbum concentra os elementos centrais da banda inglesa e se destaca pelo peso. O disco também foi o primeiro do grupo que ele ouviu quando criança e teve papel decisivo em sua trajetória como baterista.

“Foi uma influência enorme – foi um dos álbuns que me inspirou a tocar bateria”, afirmou. A relação com a obra do Led Zeppelin aparece, assim, ligada tanto à escuta do disco quanto à referência visual e sonora de Bonham, cuja associação com as baterias Ludwig marcou a percepção de Lombardo sobre o instrumento.

Membro original do Slayer, Lombardo é conhecido pela técnica e pela velocidade. Com a banda, gravou clássicos do thrash metal como “Angel of Death”, “South of Heaven” e “War Ensemble”. Sua escolha de Led Zeppelin II retoma uma influência anterior à projeção alcançada com o grupo de thrash.

Bonham é amplamente considerado um dos melhores bateristas da história do rock. Ele morreu em 25 de setembro de 1980. Em dezembro do mesmo ano, o Led Zeppelin anunciou o encerramento de suas atividades.

Texto produzido pela Redação Vozes da Cena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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