Willer Tomaz pede devolução de R$ 163 milhões perdidos em apostas
Advogado ligado a Flávio Bolsonaro movimentou cerca de R$ 10 bilhões na Blaze e foi alvo de busca da Polícia Federal no caso do INSS.
Advogado ligado a Flávio Bolsonaro movimentou cerca de R$ 10 bilhões na Blaze e foi alvo de busca da Polícia Federal no caso do INSS.
Procedimento permite reunir vídeos, documentos e imagens no início do processo, mas dispensa de audiência dependerá da avaliação do juiz.
Governador citou Euclydes Pettersen, investigado pela PF no caso dos descontos indevidos do INSS, e teve relações políticas lembradas.
Governador questionou ausência de repasses e associou adversário a deputado indiciado pela Polícia Federal no caso INSS
Registros apontam deslocamentos internacionais, incluindo safári na África do Sul, e compartilhamento de imóveis, aeronaves e processos.
Imagem de viagem à África do Sul reúne o candidato, Weverton Rocha, Willer Tomaz e o empresário Carlos Alberto de Sá.
Registros apreendidos pela Polícia Federal mostram o senador ao lado de Weverton Rocha, Willer Tomaz e Carlos Alberto de Sá.
Candidato do Missão citou relações do senador com nomes investigados nas apurações sobre fraudes no INSS.
Reportagem relaciona viagem do senador a pessoas investigadas por fraudes no INSS e reabre cobranças sobre alertas recebidos por Sergio Moro.
Registros apreendidos pela Polícia Federal apontam viagens internacionais, uso de imóveis e voos compartilhados entre o senador e Willer Tomaz.
Senador minimizou as acusações contra Euclydes Pettersen, que foi indiciado pela Polícia Federal e nega envolvimento nos crimes investigados.
Domingos Sávio de Castro foi questionado sobre empresas e transferências ligadas ao esquema que teria desviado mais de R$ 500 milhões de beneficiários.
A Bravo Grafeno ocupa a mesma sala em Brasília que empresas ligadas a Antonio Carlos Camilo Antunes, preso na Operação Sem Desconto.
Internado em São Paulo, candidato à Presidência defendeu transparência nas apurações envolvendo o Banco Master e agentes públicos.
Candidato à Presidência quer que apurações envolvendo agentes públicos sejam divulgadas antes das eleições de 2026.
Ex-deputado mineiro afirma que senador usou aeronaves de aliados, mas não há registros públicos de voo que comprovem a acusação.
Legenda de Renan Santos afirma que a transparência permitiria aos eleitores avaliar a participação de agentes públicos e empresariais nos casos.
Bravo Grafeno e ao menos 16 empresas de Antonio Carlos Camilo Antunes estão registradas na mesma sala em Águas Claras, no Distrito Federal.
Senador é questionado por não reagir à operação da PF que investiga Euclydes Pettersen, presidente do Republicanos em Minas Gerais.
André Mendonça determinou a soltura de Virgílio Antônio de Oliveira Filho e também liberou um contador ligado à Conafer.