Intolerância religiosa transforma símbolos e diferenças em armas políticas
Carlos Fidelis Ponte relaciona ataques a símbolos religiosos, fundamentalismo e disputa pelo poder ao risco de erosão democrática no Brasil.
Carlos Fidelis Ponte relaciona ataques a símbolos religiosos, fundamentalismo e disputa pelo poder ao risco de erosão democrática no Brasil.
Registros públicos mostram que a discussão sobre retirar o título de Padroeira do Brasil antecede a campanha de Flávio Bolsonaro.
Escultura foi achada quebrada na Cruz do Chilão; Arquidiocese pede investigação e identificação de eventuais responsáveis.
Episódio envolvendo Flávio Bolsonaro somou 977,6 mil menções e ao menos 8,5 milhões de interações em 55 horas.
A disputa sobre Nossa Senhora Aparecida envolve declaração de campanha, pedido de remoção de publicações e decisão de André Mendonça.
Entidade afirmou não ter produzido nem divulgado informações falsas sobre Nossa Senhora Aparecida durante o processo eleitoral.
Obra de JB Carvalho, pastor ligado à família Bolsonaro, classifica santos como disfarces de antigos deuses pagãos e questiona a devoção mariana.
Mensagem publicada em 2014 foi retomada nas redes durante debate sobre religião, política e a eleição de 2026.
J. B. Carvalho defende retirar Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira e considera ilegal o feriado nacional dedicado à santa.
Entidade rejeitou acusação de Flávio Bolsonaro e afirmou que não participou da produção ou circulação de informações falsas sobre as eleições.
Comentário sobre proposta arquivada em 2008 recuperou episódios de violência e críticas à devoção a Nossa Senhora Aparecida.
Senador chamou a GloboNews de “central de disseminação de mentiras” e divulgou mapa que, segundo ele, indicaria ação contra sua candidatura.
Pesquisa da Palver identificou aumento das menções ao tema e maioria de críticas ao candidato nas redes abertas.
Victorio Galli apresentou a proposta em 2007, quando era filiado ao MDB; o texto foi arquivado no ano seguinte.
JB Carvalho defende, em livro publicado em 2001, a retirada de Nossa Senhora Aparecida da condição de padroeira do Brasil.
CNBB e bispos regionais alertam para o uso político da religião após proposta de decreto que declararia o Brasil pertencente a Jesus Cristo.
Vídeos de bispos e arcebispos e cartilhas em igrejas colocam Nossa Senhora Aparecida no centro do debate eleitoral de 2026.
Candidato do PL atribui a GloboNews a divulgação da acusação e reafirma respeito a todas as religiões durante atividade no Rio.
Proposta de 2007 foi arquivada e voltou ao debate após rumores nas redes sociais durante a eleição presidencial.
Projeto de 2007 foi arquivado, e emissora esclareceu que comentário viralizado não citava o candidato nem o associava à iniciativa.